19 de março - Dia de São José

São José, Tomai sob vossa proteção a causa importante que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável.

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017

Biomas Brasileiros e Defesa da Vida.

JESUS, Caminho, Verdade e Vida!

Convertei-vos e crede no Evangelho. Mc. 1,15

Nossa Senhora Aparecida

Padroeira do Brasil!

MISERICÓRDIA

É o caminho que une Deus e o Homem.

29 de março de 2017

Carta MCC Brasil – Abr 2017 - 212ª



“Esta é a vontade daquele que me enviou:
que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia.
Esta é a vontade do meu Pai: quem vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna.
 E eu o ressuscitarei no último dia”...
“Jesus disse então: Eu sou a ressurreição e a vida.
Quem crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá.
 E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês nisto?” (Jo  6, 39-40; 11,25-26).


Meus leitores e leitoras, irmãos e irmãs, amigos e amigas, desejo que nesta Páscoa e sempre sejamos todos envolvidos e iluminados pela luz de Cristo Ressuscitado.
1. “Ele não está aqui. Ressuscitou como havia dito” (Mt 28,6a). Aos coríntios, recém-convertidos ao cristianismo, o Apóstolo Paulo não usa de meias palavras para ensinar-lhes qual é o centro, o âmago, o essencial da fé e lhes diz assim: “E se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é sem fundamento, e sem fundamento também é a vossa fé... E se Cristo não ressuscitou, a vossa fé não tem valor e ainda estais nos vossos pecados” (1Cor 15,14; 17). É essa a essência da celebração da Páscoa da Ressurreição. Esclarecendo: pode-se cultivar todas as devoções, agradecer, louvar e suplicar, mas se estas práticas não levarem ao centro, ao essencial, isto é, a Jesus Ressuscitado, para nada tudo aquilo há de servir. Se a encarnação de Jesus, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, enviado pelo Pai para nossa salvação, foi o início da história salvífica da humanidade, a Ressurreição é o fundamento e a razão de ser da missão libertadora de Jesus.
Sugestão para uma reflexão pessoal e/ou do seu grupo: a) Ao afirmar que você é uma pessoa de muita fé, você está afirmando que a sua fé está posta em QUÊ ou em QUEM? b) Sabemos que a fé é um dom de Deus recebido em germe no momento de nosso batismo: através do tempo de sua vida você tem procurado desenvolver essa sementinha conhecendo melhor a Jesus e buscando viver na sua intimidade? Então ouça de novo São Paulo aos Gálatas e, agora, a você: “Meus filhos, por vós sinto, de novo, as dores do parto, até Cristo ser formado em vós” (Gl 4,19). Você ou alguém do seu grupo ainda confunde fé com esperança (cf.1Pd 3,15)?
2. O seguidor de Jesus é um ser “ressuscitado com Ele”: a vida eterna já agora iniciada. “E todo aquele que crê em mim, não morrerá jamais. Crês nisto?”. Vão-se os anos; passam os meses; transcorrem os dias; fogem as horas, minutos e escoam os segundos... mas chega o momento quase sempre imprevisto. E, então, ouço falar em “passar desta para melhor vida” depois da morte; ou “se tiver praticado o bem, terminada esta vida terrestre, passar para a vida eterna” ou, ainda, “passar desta dimensão para uma outra dimensão ou para outras dimensões”...
Essa é maneira de se expressar até mesmo de muitos cristãos católicos. Será correto expressar sua fé dessa maneira? Senão, vejamos: “passar para melhor vida” entende-se, geralmente, que essa nossa vida presente só é de sofrimento; ou que por aqui vivemos num “vale de lágrimas”. “Passar para a vida eterna” é, pelo menos, uma expressão restritiva à vida cristã do presente, como poderemos ler mais abaixo. E “passar para outra dimensão”? “Dimensão” supõe tempo limitado, transitório ou, lugar sem outras perspectivas a não ser uma medida provisória, metro quadrado, superfície, etc...
Estas expressões e outras semelhantes, penso, devem ter algo a ver com “outro evangelho” ou com “outros evangelhos”; não com o EVANGELHO, a BOA NOTÍCIA de Jesus. É nessa Boa Notícia que podemos já vislumbrar que “o tempo é superior ao espaço” como costuma dizer o papa Francisco.
Aqui abrimos nossa reflexão para uma outra expressão mais condizente com nossa fé de ressuscitados com Cristo. Falemos em um “horizonte infinito”. Chamo de “horizonte infinito” a chegada da plenitude do tempo, final da vida terrena ou a infinitude do horizonte para o cristão “ressuscitado”. Penso na infinitude da misericórdia do Pai, no seu abraço transbordante de ternura e carinho, como aquele do Pai envolvendo com todo amor o filho mais novo que voltava para casa depois da aventura – longa ou breve não importa – pelos caminhos e atalhos da vida, mas que é recebido na casa paterna para dela nunca mais sair.
É nessa perspectiva que já os nossos primeiros pais na fé, os Santos Padres, passaram a chamar esta nossa vida presente de batizados de “vida eterna já agora iniciada”. Uma vida de fé alicerçada no Senhor Ressuscitado. uma vida que brota da identificação com Ele: “Eu vivo, mas não eu: é Cristo que vive em mim. Minha vida atual na carne, eu a vivo na fé, crendo no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” (Gl 2, 20). Ou, ainda: “Pois morrestes, a vossa vida está escondida com Cristo em Deus” (Cl 3,3).  Assim, a fé gera a esperança na plenitude do amor do Pai. Portanto, com certeza, o fiel seguidor de Cristo está gozando a “vida eterna já iniciada”! O Catecismo da Igreja Católica, citando Santo Irineu, diz: “O Batismo, com efeito, é o selo da vida eterna”. E prossegue: “O fiel que tiver ‘guardado o selo’ até o fim, isto é, que tiver permanecido fiel às exigências do seu Batismo, poderá caminhar ‘marcado pelo sinal da fé’ com a fé de seu Batismo, à espera da visão feliz de Deus – consumação da fé – e na esperança da ressurreição” (CIC 1274).
Sugestão para uma reflexão pessoal e/ou do seu grupo: Você ou alguém do seu grupo ainda aceita aquela afirmação – aliás, cada dia mais comum – de que é possível, sendo católico, crer, ao mesmo tempo, na reencarnação? Mais grave: com o “pé em duas canoas”, frequentar pela manhã a Santa Missa, até comungando o Corpo de Cristo e, à tarde, um centro espírita recebendo passes, etc.?
3. Alegria no anúncio da Boa Notícia de Cristo Ressuscitado.  Ainda considerando o contexto das celebrações pascais, lembro que, ao referir-se à alegria, logo no início da sua Exortação Apostólica “A Alegria do Evangelho” (EG), afirma o papa Francisco: “O Evangelho, em que resplandece gloriosa a Cruz de Cristo, convida insistentemente à alegria” (EG 5), acrescentando: “Há cristãos que parecem ter escolhido viver uma Quaresma sem Páscoa. Reconheço, porém, que a alegria não se vive da mesma maneira em todas as etapas e circunstâncias da vida, por vezes muito duras. Adapta-se e transforma-se, mas sempre permanece pelo menos com um feixe de luz que nasce da certeza pessoal de, não obstante o contrário, sermos infinitamente amados” (EG 6). E, mais adiante: “Desenvolve-se a psicologia do túmulo, que pouco a pouco transforma os cristãos em múmias de museu. Desiludidos com a realidade, com a Igreja ou consigo mesmos, vivem constantemente tentados a apegar-se a uma tristeza melosa, sem esperança, que se apodera do coração como ‘o mais precioso elixir do demônio’. Chamados para iluminar e comunicar a vida, acabam por se deixar cativar por coisas que só geram escuridão e cansaço interior e corroem o dinamismo apostólico. Por tudo isto, permiti que insista: não deixemos que nos roubem a ALEGRIA da evangelização!” (EG 83).
4. Esperança de água vida no deserto do mundo. Ao referir-se a certa “desertificação espiritual” e à reinante no deserto em que se transformou este mundo onde falta a água da VIDA RESSURGIDA, ainda um apelo do papa: “E, no deserto, existe, sobretudo, a necessidade de pessoas de fé que, com suas próprias vidas, indiquem o caminho para a Terra Prometida, mantendo assim viva a esperança. Em todo o caso, lá somos chamados a ser pessoas-cântaro para dar de beber aos outros. Às vezes o cântaro transforma-se em uma pesada cruz, mas foi precisamente na Cruz que o Senhor, trespassado, Se nos entregou como fonte de água viva. Não deixemos que nossa roubem a ESPERANÇA!”  (EG 86).
Conclusão: com meus mais fervorosos votos de santas celebrações pascais, termino lembrando um pequeno trecho da oração a Maria com que o papa termina a EG: “...Vós, que permanecestes firme diante da Cruz com uma fé inabalável, e recebeste a jubilosa consolação da ressurreição, reunistes os discípulos à espera do Espírito, para que nascesse a Igreja evangelizadora, alcançai-nos agora um novo ardor de ressuscitados para levar a todos o Evangelho da vida que vence a morte. Dai-nos a santa ousadia de buscar novos caminhos para que chegue a todos o dom da beleza que não se apaga”!
Com meu carinhoso abraço fraterno,
Pe. José Gilberto BERALDO
Equipe Sacerdotal do GEN MCC Brasil
E-mail: jberaldo79@gmail.com

CURSILHO: 35ª Assembléia do GER



Aconteceu nos dias 24, 25 e 26 de março de 2017 a 35° Assembléia do Grupo Executivo Regional, Nordeste 03, em Senhor do Bonfim/BA. Além dos representantes dos GED’s – Grupo Executivo Diocesano estiveram presentes o representante do Grupo Executivo Nacional (GEN), Lucília Alves Cunha e o Coordenador do GER NE3, José Adelvan Fonseca. O Grupo Executivo Diocesano da Diocese de Itabuna/BA estava representado por 09 membros, dentre cursilhistas de Itabuna, Buerarema e Una.
35ª Assembléia do GER teve como tema: Estado Permanente de Missão: Vós sois o Sal da Terra e a luz do Mundo (Mt. 5, 13-14).





GED - Itabuna/BA

Dom Francisco - Bispo Diocesano de Senhor do Bonfim


21 de março de 2017

ENCERRAMENTO DA FESTA DE SÃO JOSÉ 2017

No período de 10 a 18 de março,  ocorreu na cidade de Una-BA o novenário em preparação a Festa de São José, que teve seu encerramento no dia 19. Um dia fantástico para o povo católico, além de ser  domingo do Senhor, os fiéis tiveram a oportunidade de festejar em honra ao patrono da Igreja.
Ao fim do momento de louvor e Celebração Eucarística, os fiéis saíram em uma grande caminhada de fé pelas ruas da cidade, tendo seu encerramento em frente à Igreja Matriz, recebendo a Benção do Santíssimo Sacramento.


























20 de março de 2017

Missa Solene em louvor a São José (Una/BA)



Na manhã do último dia 19 de março, domingo, foi realizada na Igreja São José (Una/BA), missa solene em honra a São José, patrono da Igreja Universal e padroeiro do município de Una/BA. A celebração foi presidida pelo Padre Gilvan Oliveira.
São José é conhecido na bíblia por ser um homem justo e do silêncio. Soube inteiramente qual era a vontade de Deus. Conhecemos São José como sendo o pai adotivo de Jesus. Sua profissão é a carpintaria. O nome José é a versão lusófona do hebraico Yosef. Descendente da casa real de David, é venerado como Santo pela Igreja Ortodoxa, Igreja Anglicana, e Igreja Católica. A Liturgia Luterana também dedica um dia ― 19 de março ― à sua memória, sob o título de "Tutor de Nosso Senhor". Operário, é tido como "Padroeiro dos Trabalhadores", e, pela fidelidade à sua esposa e dedicação paternal a Jesus, como "Padroeiro das Famílias", emprestando seu nome a muitas igrejas e lugares ao redor do mundo.





















18 de março de 2017

OITAVA NOITE: Novenário de são José - Una/BA



Sob a responsabilidade da Pastoral Familiar, aconteceu na noite desta sexta-feira (17.03) a sétima noite do novenário em preparação a Festa de São José (Una/BA). A Celebração Eucarística foi presidida pelo Padre Ezequias e concelebrada pelo Padre Gilvan Oliveira que homenageou os Casais de Namorados, Noivos e Casados. O tema da noite foi “Na Partilha e no Serviço”.










Padre Ezequias - Presidente da Celebração