19 de março - Dia de São José

São José, Tomai sob vossa proteção a causa importante que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável.

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2016

CASA COMUM: Nossa Responsabilidade.

JESUS, Caminho, Verdade e Vida!

Convertei-vos e crede no Evangelho. Mc. 1,15

Nossa Senhora Aparecida

Padroeira do Brasil!

MISERICÓRDIA

É o caminho que une Deus e o Homem.

8 de dezembro de 2016

PASTORAL DA CRINANÇA: Dia Nacional da Pastoral da Criança e do Voluntariado é celebrado com Missa em Una/BA



O Dia Nacional da Pastoral da Criança e do Voluntariado (05.12) foi celebrado com Missa na Paróquia São José Una/BA, nesta última terça-feira (06.12) com a participação dos voluntários da Pastoral da Criança.

A dedicação dos voluntários da Pastoral da Criança ajudou a produzir no Brasil uma mudança de mentalidade sobre os cuidados com a criança. As comunidades descobriram a sua força transformadora. Com alegria a Pastoral da Criança celebra anualmente 5 de dezembro como o seu dia comemorativo. Este dia foi oficialmente instituído pela LEI Nº 11.583, DE 28 NOVEMBRO DE 2007. O dia 5 de dezembro comemora, também, o Dia Internacional do Voluntario.
Líder, você é  parte de uma rede de voluntários compromissados, que acreditam que a Pastoral da Criança produz resultados. Trabalha com amor, se organiza com outros voluntários e luta para que as crianças e gestantes tenham menos sofrimento e mais justiça social.
Você ajuda na transformação da comunidade, no fortalecimento da solidariedade e na melhoria da qualidade de vida de todos, inclusive a sua e da sua família. É como nos disse uma líder ao responder uma pesquisa sobre a motivação do trabalho voluntário: "É mais gratificante do que a minha profissão [...] é no trabalho da Pastoral da Criança que eu me realizo."

Fonte: https://www.pastoraldacrianca.org.br/noticias2/1255-a-dedicacao-voluntaria-transforma-a-vida30















6 de dezembro de 2016

Bingo em Prol da reforma da Igreja Matriz São José.

Na noite do ultimo domingo (04.12) a Paróquia São José (Una-BA) promoveu  Bingo em Prol da reforma da Igreja Matriz São José. Prêmios: 1º Balaio Evangélico, 2º Balaio de Eletrodoméstico e o 3º 01 garrote de 10 arrobas.
Obrigado a todos!










Primeiro Prêmio - Balaio Evangélico




2º Prêmio



3º Prêmio

4 de dezembro de 2016

CURSILHO: Escola Vivencial - SED/UNA/BA

Movimento de Cursilho (SED/UNA/BA) realiza, no salão paroquial, a última escola vivencial do ano de 2016 com o tema A vida em Cristo, ministrada pelo Padre Gilvan Oliveira.











30 de novembro de 2016

Carta MCC Brasil – Dezembro 2016 – 208ª



Carta MCC Brasil – Dezembro 2016 – 208ª
Ela deu à luz o seu filho primogênito, envolveu-o em faixas e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria”.
“O anjo então lhes disse: ‘Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que será também a de todo o povo: hoje na cidade de Davi, nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor’.” (Lc 2, 7; 10-11).

 

Queridos leitores e leitoras, irmãos e irmãs: esteja com todos vocês a luz de Jesus, o “Cristo Senhor”!


1. Introdução. Nestes dias caminho vagarosamente por algumas ruas dessa gigantesca metrópole que é São Paulo: seja logo de manhã, dirigindo-me à Igreja paroquial para a missa diária; seja um pouco mais tarde, atravessando ruas e andando pelas calçadas, observo casas comerciais, bares, restaurantes, ouço músicas no mais alto volume e, na maioria dessas casas, vejo luminosos, letreiros, inscrições desejando ou sonorizando “Feliz Natal!”... Vejo em toda parte ridículas imitações de “obesos” papais-noéis vestidos de vermelho, montados em seus trenós puxados por renas, e árvores de natal cobertas de algodão, como a imitar uma espessa nevasca... tudo isso sem a mais longínqua referência à nossa cultura, aos nossos costumes e até ao nosso clima tropical...

Nos trens do metrô ou em outros tipos de transporte coletivo observo as pessoas – homens, mulheres e até algumas crianças – levando com esforço inúmeros pacotes, bolsas, sacolas com inscrições alusivas ao natal... São presentes e mais presentes, fruto das promoções motivadoras para o consumo desenfreado e para elevadas despesas... Aliás, tantas são as despesas que chegam a gerar descontrole nos gastos e sacrificar muitas famílias que se esquecem do essencial para investir no supérfluo! E haja prestações a pagar até o próximo natal!
Coincidindo com este tempo, acrescento algo mais que, ainda que traga um viés político-econômico, não deixa de ser uma ameaça ou, se se quiser, um desafio à fé cristã: abro minha caixa postal e ali está um e-mail aparentemente idêntico a tantos outros. Idêntico? Leio que o ano de 2016 foi o ano da “pós-verdade”! E, então? Se a expressão já era vivida na prática, até por muitos que se dizem cristãos, agora encontrou sua “consagração” definitiva na bíblia dos intelectuais, no Dicionário de Oxford (Oxford Dictionaries) que a define “como um adjetivo relativo a ou que denota circunstâncias nas quais fatos objetivos são menos influentes na formação da opinião pública do que apelos à emoção e à crença pessoal[1].

É, então, inevitável que esteja há anos, insistente, na minha cabeça e, quem sabe na de muitos dos meus leitores, uma intrigante pergunta: afinal, o que significa Natal para essa multidão, incluídos aí tantos cristãos e cristãs? Que sentido carregam em si mesmas essas alegrias tão superficiais e passageiras? Será isso mesmo o natal? Ou, como dizem – o “espírito de natal”? Onde buscar a raiz da fé cristã que explica o autêntico Natal de Jesus, o Salvador? Vamos a uma breve reflexão sobre essas perguntas.

2. Sentido de um Natal iluminado pela fé cristã: o Natal da Verdade e da Misericórdia. Desejando ardentemente redescobrir o verdadeiro sentido do Natal e, por isso, inquietos, talvez, diante de da realidade que, como vimos acima, anda tão longe do autêntico espírito cristão, torna-se urgente que voltemos ao essencial da nossa fé. E o essencial da nossa fé sempre foi, é e será a pessoa de Jesus (cf. Hb 13,8). Fortalecidos pelo dom do Pai, a sua graça, reflitamos sobre três momentos de tão significativa celebração da vida cristã:

a) A preparação: o Advento. Uma consciente preparação para o Natal de Jesus supõe, antes de tudo, interesse. Como, aliás, para tudo o que nos move. E o interesse aqui pode nascer de uma pergunta: esperamos O QUÊ ou QUEM? Por tudo o que observamos ao nosso redor, parece que se espera muito mais “O QUE”: presentes, festas mais ou menos paganizadas, “feriadões”, etc. Mas, ao contrário, o seguidor de Jesus, espera “ALGUÉM”; espera uma pessoa divino-humana; espera a realização de um mistério – mistério esse já presente, mas que se faz novo a cada ano com o nascimento de Jesus. Espera, portanto, na pessoa de Jesus, a chegada de um novo Reino que, misteriosamente, já está presente: “... O Reino de Deus não vem ostensivamente. Nem se poderá dizer: ‘Está aqui’, ou, ‘Está ali’, pois o Reino de Deus está no meio de vós” (Lc 17, 20b-21). A Igreja ajuda-nos nessa preparação pelo tempo do Advento que, neste ano, teve início no último domingo de novembro quando começa, também, o novo Ano Litúrgico, o “ano A”, dedicado ao Evangelista Mateus. Não há dúvida de que uma viva e alegre celebração do Natal nos pede, antes de tudo, uma consciente preparação pelo menos durante essas quatro semanas que dura o tempo do Advento. É natural e até necessário que nos preparemos com muita alegria e expectativa para as festas natalinas, como, aliás, já é parte de nossa tradição cristã: presentes, uma reunião de família com ceia melhorada, sem excessos, sem esquecer da solidariedade e da partilha. E, neste precioso tempo de preparação, não nos esqueçamos de que “não havia lugar para Jesus na hospedaria”. E na hospedaria do seu coração, há lugar? Prepare-se, então, para recebê-Lo o mais dignamente possível, pois dessa preparação dependerá uma mais proveitosa e santa celebração! Vá preparando, dia a dia, o seu presépio: primeiro o pastor – você mesmo; depois a manjedoura do seu coração; então a presença de Maria e José... Assim, daqui a pouco Ele nascerá com os anjos cantando: “Glória Deus no mais alto dos céus e, na terra, paz aos que são do seu agrado” (Lc 2,14). Para uma ajuda neste tempo é que se faz, em todas as comunidades eclesiais do nosso país, a NOVENA DO NATAL. PARTICIPE COM SUA FAMÍLIA!

b) A celebração: o Natal. Chega, enfim, o dia, ou melhor, a noite em que Maria deposita seu Filho primogênito na “manjedoura” do seu coração... É o momento tão esperado do mergulho no mistério de um Deus que se faz homem para que – como diz Santo Agostinho, “o homem se torne Deus” numa indizível fusão divindade-humanidade. Se no tempo de preparação houve necessidade de interesse, agora é fundamental uma participação viva e comprometida com toda a comunidade eclesial. Se aquela consciente preparação de fato aconteceu, é mais do que lógica essa participação. Não só para presenciar a “inauguração” de um belo presépio (diga-se, de passagem, nem sempre de bom gosto!), ou para ser fiel a uma tradição (“na minha família sempre foi assim...”); ou para cumprir uma obrigação religiosa, esquecendo-se de que não se deve confundir fé com religião, nem dom de Deus com mandamentos. Participar, outra vez, do Natal de Jesus neste ano de 2016 é abrir-se a uma renovação de vida, renascendo com Ele para uma Vida nova, para um tempo novo de graça e misericórdia como, aliás, escreveu o nosso papa Francisco no documento de convocação para o Ano Jubilar da Misericórdia: “Ao fechar a Porta Santa irão nos animar, antes de tudo, sentimentos de gratidão e agradecimento à Santíssima Trindade por nos ter concedido este tempo extraordinário de graça. Confiaremos a vida da Igreja, a humanidade inteira e o universo imenso à Realeza de Cristo, para que derrame a sua misericórdia, como o orvalho da manhã, para a construção de uma história fecunda com o compromisso de todos no futuro próximo. Quanto desejo que os anos futuros sejam permeados de misericórdia para ir ao encontro de todas as pessoas levando-lhes a bondade e a ternura de Deus! A todos, fiéis e afastados, possa chegar o bálsamo da misericórdia como sinal do Reino de Deus já presente no meio de nós!

3. A presença de Maria
Mãe de Deus e nossa, durante todo o ano, Maria também olha atentamente todos os detalhes com que seus filhos celebram o Natal... Certamente olha com tristeza o frenesi de consumismo que leva alguns desses filhos a gastarem no supérfluo o que outros filhos seus não têm para o essencial. Diante das casas enfeitadas e iluminadas para a grande noite, ela percebe a perene rejeição dos que não dispõem de um lugar para Deus nascer, ocupados que estão em preparar a ceia farta, a árvore colorida, os pacotes incontáveis de presentes. Seguindo com desconforto à gruta distante, na periferia, ela se entristece não pela repetição de um fato histórico que já não a surpreende, mas pela perpetuação da exclusão que produz milhões de pequenos seres humanos aos quais se nega pão, roupa, carinho, lugar onde nascer e viver... Cabe a cada um de nós, neste Natal, criar no rosto daquela que veneramos e amamos um sorriso que há séculos lhe é devido. É simples! Vamos convidá-la para que entre e seja presença especial no Natal que vai acontecer em nossa casa, em nossa vida, em nosso coração. Vamos mostrar a ela como temos partilhado o que somos e o que temos. Vamos permitir-lhe reeditar o Magnificat ao verificar que, através de nós o Senhor ‘sacia de bens os famintos’. Haveria melhor forma de receber votos de Feliz Natal?

Meus votos de Feliz, Abençoado e Santo Natal!

Pe. José Gilberto BERALDO
Equipe Sacerdotal do
Grupo Executivo Nacional do MCC do Brasil



[1]     Casper Grathwohl, da Oxford Dictionaries, disse que “pós-verdade” poderia se tornar “uma das palavras que definem nosso tempo”.

28 de novembro de 2016

PASTORAL DO BATISMO: Advento tempo de ampliar os horizontes e estar prontos para mudar



Iniciou no ultimo domingo, 27 de novembro, o tempo do Advento, período de reflexão e espera pelo nascimento do Salvador. “Neste tempo de Advento, somos chamados a ampliar o horizonte de nosso coração, a deixarmo-nos surpreender pela vida que apresenta a cada dia suas novidades. Para isso, é preciso aprender a não depender de nossas seguranças, de nossos esquemas demarcados, porque o Senhor vem na hora que não imaginamos. Vem para nos conduzir a uma dimensão mais bonita e maior”, Papa Francisco.